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Ser Trader: Lidando com o medo

Todos nós temos medo de alguma coisa. Seja de altura, de algum animal ou até de uma situação. O que nos diferencia é a resposta para a pergunta: Como estou lidando com o medo?

 

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Medo? Quem nunca…

Esse sentimento está enraizado na nossa mente e não tem como fugir. Até por que, se não fosse pelo medo dos nossos antepassados, não estariamos aqui hoje.

O medo não está enraizado em nós sem um motivo. Ele serve para nos alertar de perigos, reais ou imaginários, e ativar nossa defesa.

Quando sentimos medo (ou ameaçados), nosso cérebro entra em modo de fugir ou lutar, como eu já expliquei no Post sobre FRUSTRAÇÃO E ESTRESSE.

Ele ativa certas regiões do nosso cérebro que nos colocam em uma “visão de túnel“, impedindo que vejamos outras coisas ao redor.

Se há uma ameaça real, como por exemplo algo contra nossa vida, nosso corpo desvia energia para os músculos inferiores e superiores para que possamos nos defender ou fugir da ameaça.

Quando essa ameaça é imaginária, como por exemplo estar “preso” em alguma situação, nosso cérebro começa a ficar dentro de um CIRCUITO FECHADO, e dependendo da intensidade, ativar aquele MODO DE AUTODESTRUIÇÃO

 

Grandes decisões, grandes medos

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Nós como seres racionais (em geral, na menor parte do tempo possível) criamos HÁBITOS E ROTINAS, afim de manter o controle do ambiente a nossa volta. Somos dominadores por excelência.

Sendo assim, é completamente normal criamos zonas de conforto com algo que nós fazemos repetidamente. Um bom exemplo é observar alguém que trabalha em alguma empresa privada.

Quando trabalhamos, criamos uma rotina, desde de o horário de sair de casa e qual condução pegar para chegar, até em como vai ser nosso dia na empresa, por exemplo.

E se algum imprevisto acontecer no meio do percurso – Um engarrafamento ou um erro cometido durante o trabalho – nos gera uma sentimento de medo, que logo se transforma em stress.

Pode ser um medo de algum julgamento ou medo de perder o emprego, que acabam gerando esse stress e com isso, seu dia vai ficando horrível. Um dia bom é um dia sem imprevistos, certo?!

Porém, quando tomamos a atitude racional de sair da nossa zona de conforto e fazer algo diferente do habitual, nosso inconsciente sente medo. E quanto maior for essa decisão, maior é o medo que sentimos.

Eu, por exemplo, depois que fui convidado a me retirar da empresa onde trabalhava, tomei a decisão de me tornar um Trader e viver do mercado. No início, a cada loss que tomava, a cada dia que fechava no prejuízo, eu sentia medo de não conseguir.

E essa não é a melhor sensação do mundo…

 

O Bicho Papão dos Traders

Resultado de imagem para medoMuitos Traders abandonam outras profissões e carreiras para poder se dedicar por completo ao mercado. No geral, quem fica em cima do muro não vai muito longe.

E quando mergulhamos de cabeça no mercado, e abandonamos nossa zona de conforto, sentimos muito, mas muito medo! (mais medo do que sentimos quando a barata começa a voar!)

Temos medo de não dar certo no mercado, medo de quebrar a conta, medo de não sermos capazes de fazer grandes coisas… Isso é comum.

Na verdade, esse “medo de falhar” serve como um sinal, para que você se planeje para o pior cenário possível (e imaginável por você). Essa sensação te leva a pensar na situação mais crítica e se preparar para ela.

Note: “Se preparar para ela”. Não quer dizer que é para “Focar” nela.

Ninguém quer quebrar uma conta, isso é fato. Logo é importante ter um plano afim de evitar que isso aconteça e depois de pronto, focar no que importa: Em fazer dar certo!

 

Vamos aprender a conviver com o Medo?!

Não adianta, você não vai se livrar dele. Nunca. Jamais.

Então o que deve ser feito, é aprender a lidar com o medo, de forma racional. Lembre-se que ele gera informações (úteis, se prestar a devida atenção) para você.

Não adianta se deixar levar por ele, sem questionar as coisas. Muitas vezes, criamos histórias na nossa cabeça e nos apegamos a elas, que esquecemos a realidade a nossa volta.

As vezes nos prendemos tanto a um dia, ou semana ruim, que esquecemos que viemos de uma sequencia de ganhos absurda. E nos deixamos levar pelo “medo de falhar”.

E advinha o que acontece?! Exatamente o que você pensou…

Em outros posts eu já mostrei como LIDAR COM OS ERROS e COMO LIDAR COM AS PERDAS.Mostrei que é normal isso ocorrer. O problema começa quando deixamos ser dominados e levados à AUTOSSABOTAGEM

Então, depois de ler esse post, qual vai ser a sua resposta a pergunta do início do post? Quero que você me responda…

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Se tornando Antifrágil

Modo de Autodestruição

Mantenha-se no Ritmo

Ciclos de Mudanças

A pressa é inimiga da Consistência

Outras fontes de aprendizado

Vamos falar de Gerenciamento…

 

Ser Trader: Se tornando Antifrágil

Assim que acabei com a leitura de A Lógica do Cisne Negro, logo emendei a leitura em um outro livro, do mesmo autor, chamado Antigráfil. Como esse livro é gigante, vou trazer alguns posts sobre os pontos que achar interessante, e assim, a gente vai se tornando Antifrágil juntos!

 

Antes de mais nada, o que é Antifragil?!

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Este conceito, criado pelo próprio autor do livro, expõe o seguinte: Existem três tipos de materiais no mundo: Os frágeis, os robustos/resilientes e os antifrágeis.

Os frágeis, como o próprio nome diz, não sustentam uma grande quantidade de pressão, se quebrando com bastante facilidade.

Os Robustos/Resilientes são materiais que, mesmo após intensa pressão, mantêm seu estado constante,sem sofrer alterações, ou caso as sofra, nada que desestabilize. (geralmente, esse é o que dizemos que é o contrário de frágil)

Já os Antifrágeis, são materiais que, mesmo após exposto a grandes pressões, não retornam a sua forma original, mas sim, voltam melhores do que eram no início. Se beneficiam dessas pressões;

 

Alguém já ouviu falar em Hormese?!

Hormese é um termo criado em 1888, para indicar que pequenas doses de substâncias que, originalmente são prejudiciais a saúde, acabam ajudando na melhora do corpo, tornando-o mais resistente.

Como por exemplo as vacinas, que usam o vírus de forma branda, para que seu próprio corpo, crie resistência e combata-o de forma ativa.

Ah, mas o que isso tem a ver com o mercado financeiro?!” Calma que eu já chego lá…

o que não mata fortalece

 

Agentes Estressores, sabe quem são?!

Pois bem, de forma direta, agentes estressores são toda e qualquer pertubação em um sistema em “equilíbrio”, seja ele de forma interna (de dentro do sistema para fora) quanto externo (de fora do sistema para dentro).

Por exemplo, um agente estressor externo pode ser o calor infernal, que realmente causa incomodo na maioria das pessoas (eu, inclusive) e com isso, mesmo de forma involuntária, acaba alterando seu humor ou rotina no dia.

Bem, eu precisava desses conceitos explicados para que facilitasse o entendimento desse e dos próximos posts… agora sim…

 

Agentes estressores do mercado financeiro…

Para nós Traders, o que mais temos são agentes estressores. Para qualquer lado que nós olharmos, lá esta algum evento que pode causar um impacto tremendo no nosso dia.

Pode ser uma noticia, um dado econômico, um evento mundial, a prisão de algum político, o governo… e até mesmo uma instituição financeira que naquele dia, por um acaso, resolveu operar mais pesado…

Enfim, temos a profissão mais hardcore do mundo. E isso estou falando de coisas externas que não podemos controlar.

No âmbito interno, temos como agentes nossa ansiedade, nervosismo, raiva, stress, frustração, alegria, euforia, autoconfiança entre outros.

Esses agentes internos, podem ser “dosados” através do nosso autoconhecimento, pois eles, mesmo sendo sentimentos bons, em excesso são prejudiciais a nossa vida no mercado.

 

A Hormese do Trader…

Como disse, a hormese consiste em pequenas doses de algo que é letal a nossa vida, para que criemos resistência a essa substância.

Para um trader, essas “doses de substâncias letais” são os sentimentos gerados pelas operações realizadas. A cada operação, geramos um sentimento diferente, baseado em um dos agentes estressores mencionados antes.

Esses agentes geram informações sobre nós mesmos e, em quase todos os casos, o que precisamos corrigir e o que precisamos continuar a fazer.

Sabendo a dose certa a ser aplicada, ficamos mais robustos/resilientes a cada operação, a cada dia no mercado. Se aplicarmos uma dose muito pequena, nada de mais acontece. Muito grande, “matamos o paciente”. Então, saber dosar, é fundamental para que a evolução ocorra.

Mas lembre-se que a hormese não te torna Antifrágil, mas sim Robusto/Resiliente. Você passará de um trader Frágil, para um trader mais resistente.

 

Se tornando Antifrágil

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Como disse, o Antifrágil é aquele que volta melhor do que a sua forma inicial. Logo, para o Trader seria algo como após ter um grande loss, ou ter feito uma besteira no mercado, literalmente aprender com o erro e voltar renovado.

Mas não é somente olhar e dizer: “Ah, foi aqui que eu errei” e pronto. É ir além disso.

É reavaliar seu operacional, seu plano de trading, seu psicológico, estudar os replays de mercado, buscar mais  conhecimento e tudo o que ele precisa para operar novamente no mercado.

Um trader nesse nivel, sabe que ele é totalmente responsável pelo seu resultado, e com isso, deve melhorar constantemente, por isso, aprender com os erros (e principalmente com os erros dos outros) é um diferencial.

Isso o torna mais ágil em tomar decisões assertivas, evita hesitação e o faz chegar mais longe do que qualquer outro.

 

Grafite e Diamante

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Já que mencionei um pouco de biologia nesse post, nada mais justo que eu mencionar Química também!

O carbono puro é o elemento principal que compõe ambos, porém o que os diferem são justamente as condições as quais eles foram expostos.

Para se formar o grafite, as condições de temperatura e pressão (agentes estressores) precisam ser muito inferiores em relação ao diamante.Basicamente, um nível mínimo de pressão e temperatura razoáveis.

Para que se forme um diamante, o carbono deve suportar à pressão e temperaturas altíssimas, para que possa ser cristalizado. Como uma forma de hormese natural, absorvendo a pressão e a temperatura ao seu redor e usando em beneficio próprio.

Sendo dosado da forma certa, um elemento simples como o carbono, pode se tornar o grafite, que você usa para escrever e quebra com facilidade ou o diamante que você tem que trabalhar (E MUITO) para comprar e é  quase indestrutível… pensa nisso…

Como disse no começo do post, o Livro Antifrágil é gigante, então, um resumo dele deve demorar um pouco para pintar por aqui. Então resolvi escrever alguns posts enquanto leio, trazendo pontos que julgar importantes para nós Traders!

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Modo de Autodestruição

Mantenha-se no Ritmo

Ciclos de Mudanças

A pressa é inimiga da Consistência

Outras fontes de aprendizado

Vamos falar de Gerenciamento…

Minha visão sobre o Trader

 

Ser Trader: Modo de autodestruição

Já mencionei algumas vezes a expressão Espiral da Morte aqui no blog, caso não tenham notado. No post de hoje, quero me aprofundar um pouco mais nesse Modo de autodestruição do trader, e  mostrar como ele se manifesta (e como evitar ficar preso)

Começando pelo começo…

Em um dia claro de verão, lá está você: Animado (a), alegre, super positivo (a), de bem com a vida… Vem de uma sequência de gains consecutivos (dias ou semanas). Para você está tudo ótimo! Nem sabe mais o que é um loss…

E de repente, vem o dia negativo… UM dia negativo na sua sequencia de dias positivos. Você nem se lembrava mais do “gosto” do loss.

E ele vem como uma bomba atômica, obliterando todos os outros resultados!

Achou que havia erradicado isso da sua vida! Que nunca mais o veria de novo, mas ja sabe né:

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… E você começa a entrar na Espiral, sem perceber…

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Ok, só um dia negativo, tá tudo bem“, você pensa. Até que vem o segundo, o terceiro e como diz aquela musica: “Aí vem o desespero, machucando o coração…

Na sua mente, você pensa: “Cara, eu sei fazer isso! O que tá acontecendo? Esse mercado ta louco!“. Na verdade, não está.

 

Por conta do desespero, pela angustia de querer ganhar (sempre), seu cérebro começa a te AUTOSSABOTAR.

Você se “acostumou a ganhar” e por conta disso, não aceita o prejuízo quando ele vem. Começa a aumentar a mão para recuperar, mas não consegue e só piora as coisas.

E por conta dessa falta de “habilidade” em lidar com o prejuízo (não seguindo CONSELHOS PARA LIDAR COM AS PERDAS), mesmo seguindo o gerenciamento de risco, continua fechando o dia negativo.

…Continua caindo, e caindo…

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Nesse momento em que você, por curiosidade resolve saber quanto dinheiro perdeu e vê o tamanho do prejuízo, você caí ainda mais na Espiral da Morte.

Bate aquele desespero do tipo: Como vou pagar as contas?! Essa sensação começa a causar FRUSTRAÇÃO E ESTRESSE, ou como gosto de dizer “quebra seu espírito

Isso causa a sensação de: “Eu sou burro(a) de mais! Olha, eu não consigo acertar nenhuma operação! Acho que esqueci como se opera!

Tudo isso altera seu MINDSET! E quando ele se altera, tudo muda! Dentro e fora do mercado. SUA MENTALIDADE AFETA SEUS RESULTADOS, isso incluí desde de a maneira como você se vê no espelho até como você entra no mercado!

Nesse estágio, sua mente só pensa em perda, perda.. E advinha o que acontece quando você entra na operação?!

… até que você encontra o chão!

Como seres humanos, cometemos o erro de achar que tudo é para sempre. Sejam as coisas boas (sequencia de ganhos infinitos!) ou as coisas ruins (Sequencia de perdas infinitas!).

Quando se chega ao “chão“, você se sente derrotado, sem forças para continuar. Dá vontade de jogar tudo para o alto, e ir fazer outra coisa da vida.Por mais que você ame essa profissão de Trader!

Por conta da PRESSA E DA ANSIEDADE, você toma as piores decisões. Perde completamente o seu RITMO. E a sua única vontade é de continuar no chão, e não querer levantar mais…

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Mas você quer lugar melhor para recomeçar do que do chão?!

Eu ouvi três frases que eu achei sensacionais para momentos assim:

  • Melhor lugar para recomeçar é o fundo do poço. Basta eu parar de cavar!
  • Estar na merda, é o melhor lugar para se florescer, pois você está rodeado de adubo!
  • Quem não faz merda, não aduba a vida!

Muita gente começa a “culpar” o mercado, depois a autossabotagem chega e começa a fase de autodepreciação. Vejo gente f#$@ no mercado, que tem um astral lá em cima (que literalmente anima o dia dos outros), se apagar numa situação dessas!

Então, para que se quebre o CIRCUITO FECHADO pensamentos negativos, devemos ter autocrítica!

Se você chegou até aqui, significa alguma coisa, certo? Você já foi longe demais para desistir!

Nos acomodamos com as vitórias, e esse é o maior pecado de um trader. Para nós, todos os dias são uma singularidade e temos que aproveitá-las como tal.

Não podemos deixar de estudar, rever nossas operações, de ganho ou de perda, devemos manter nossa mente afiada, nos esforçando para sempre sair da zona de conforto.

Devemos nos questionar ao menor sinal de um pensamento destrutivo, e não simplesmente aceitar essas críticas internas.

Devemos buscar dentro de nós as respostas para as coisas que nos falta e ir atrás delas!

EU SEI QUE VOCÊ É F#$@ E QUE VOCÊ CONSEGUE!

Como eu sempre digo: Agora vai lá, e faz teu nome! Brilha!

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Espero que eu possa te ajudar

 

Ser Trader: Mantenha-se no Ritmo

Não estou falando do Ragatanga não! Vejo muita gente “tentando” falar sobre psicologia e consistência, mas nunca vi ninguém falar em ritmo. E isso é de extrema importância para nós, então já pega a visão, meu consagrado: Mantenha-se no Ritmo.

Como assim, Ritmo?!

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Ritmo não só tem a ver com música, apesar de ser mais facil notar quando ela sai do tom ou da melodia. Se você parar para prestar atenção ao seu redor, a vida em si possui ritmo.

Seu coração bate num ritmo. Seu sangue circula em um ritmo. Sua respiração… E por aí vai.

E uma coisa muito importante para se chegar a consistência, seja no que for, é criar e manter-se em um ritmo constante.

Criando seu próprio jogo (ou ritmo)

Já ouviram essa expressão no mercado não é?! “Entenda qual é o seu jogo” e coisa e tal.

Esse “jogo” pode ser traduzido como ritmo também. O seu ritmo no mercado, vai levar em consideração sua estrutura psicológica, seu capital, seu modus operandi dentro do mercado, seu horário de atuação, enfim, TUDO!

Ao criar esse ritmo de trabalho, e se manter nele, você começará a desenvolver uma sensibilidade, somada ao seu autoconhecimento, que te leva para outro nível.

Quando se tem um ritmo, ele mesmo impõe uma certa disciplina e rotina, e quando algo não esta legal, seja com você, seja com o mercado, esse ritmo se perde. Automaticamente você percebe essa quebra (assim como uma musica perdeu o ritmo) que algo não está legal.

Essa sensibilidade muita das vezes é necessária, seja para sair (ou não entrar) em alguma operação, de avaliar o mercado por outro ângulo, quiçá, não operar naquele dia (esse ultimo acontece com frequência comigo).

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Manter-se no Ritmo é tudo!

Se ainda não deu um estalo na sua mente, vou “forçar” um agora.

Com uma única palavra (ritmo) eu resumi os conceitos de Disciplina, Consistência e Feeling de mercado!

Comece a observar as coisas ao seu redor. Ganha uma partida de futebol, o time que “impõe” seu ritmo sobre o outro.

Ganha-se uma luta, o lutador que consegue impor seu ritmo ou quebrar o ritmo do adversário.

Torna-se um Trader consistênte, o trader que mantém seu Ritmo constante no mercado.

Aqui vale uma observação importante: Quanto mais você se observar, e compreender seu próprio ritmo, mais fácil será para você, a hora certa de aumentá-lo ou a necessidade de diminuí-lo.

Então, Keep Rockin’!

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Ainda em tempo: Os Gifs são de um filme que RECOMENDO PRA CAR$#@$ para assistirem, chamado Wiplash. Muito bom pra nós que somos traders.

Se achou estranho, olha esse post sobre OUTRAS FONTES DE APRENDIZADO.

Link do filme na Netflix: Wiplash – Em busca da perfeição

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Espero que eu possa te ajudar

Um breve guia para iniciantes

 

Biblioteca do Trader: A Lógica do Cisne Negro

Primeira Quinta do mês é dia de Biblioteca do Trader, e hoje meus amigos, trago um livro que simplesmente impactou muito minha maneira de ver a vida de uma forma geral: A Lógica do Cisne Negro, do autor Nassim Nicholas Taleb.

Nota: Eu iria trazer um resumo de um outro livro, porém, esse acabou se tornando mais “importante” na fila.

Então vamos lá!

A Lógica do Cisne Negro

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Possuo muitos livros bons. Não tenho uma biblioteca gigante, mas uma quantidade boa de livros. E de todos os livros que eu tenho, esse ganhou um  lugar de destaque.

Possui uma leitura fácil, porém requer um conhecimento prévio de alguns conceitos matemáticos (coisas que você aprende ao ler O Andar do Bêbado). É necessário ter esses conceitos para que seja mais fácil para o autor meio que destruí-los e te mostrar como as coisas funcionam.

O assunto principal do livro é sobre o efeito da aleatoriedade em todas as áreas e, principalmente, como nós lidamos com ela. (se você acha que entende, só por que aprendeu na escola, está muito enganado)

Mas o que diabos é um Cisne Negro?

Cisne Negro foi o nome dado pelo autor para eventos que ocorrem, de forma totalmente inesperada e que causa um grande impacto. Em geral, depois de ocorrido, vão existir várias explicações mostrando como esse fato era previsível.

Exemplos atuais de Cisnes Negros são: Moedas Virtuais, Crise Políticas, Crises Financeiras e etc.

Dois mundos diferentes: Mediocristão e Extremistão

O autor nos mostra logo de cara dois mundos essencialmente diferentes entre si.

O primeiro é o Mediocristão, onde as pessoas ACHAM que estão. Onde o impossível existe. Onde os eventos de grande impacto, por possuírem poucas chances de ocorrer, são ignoradas.

É um lugar onde, como o autor mostra, é regido pela Curva em forma de sino.

Já o Extremistão, é onde nós vivemos. Onde eventos de grandes magnitudes ocorrem, mesmo possuindo poucas probabilidades. E esses eventos mudam tudo. Um lugar onde o impossível não existe

O conceito é mais complexo do que isso, porém, não teríamos espaço aqui (infelizmente)

Como nós tratamos as probabilidades

Nesse livro, o autor nos demostra como as probabilidades que aprendemos na escola, não se aplica na vida real.

Um exemplo, é o famoso jogo de moedas em que você possui 50% de chances de dar cara ou coroa. Se em 99 jogadas a moeda só deu cara, qual a probabilidade de ela dar coroa na 100º?

Pelo que aprendemos na escola a resposta sera 50%, certo? Mas na vida real não é…

Na vida real, assumimos que existe algo errado com esse moeda, e a probabilidade real seria muito maior de 50% dar cara do que coroa.

Na teoria dos jogos que aprendemos na escola, não são levados em conta outros fatores externos, que existem ao nosso redor, e que influenciam diretamente as probabilidades finais.

Logo, a melhor aproximação de probabilidades reais é a aplicação dos conceitos de fractais de Mandelbrot. Pois, as probabilidades aplicadas são escaláveis.

Empirismo e Ceticismo

Algo muito importante que é tratado no livro é justamente a “quebra” da teoria. Muita gente aprende teorias (trazendo para o mercado, aprendemos os setups, teoria de Dow, Elliot, Fibonacci entre outros), porém muitos não observam o mundo ao seu redor para ver se a teoria se aplica de verdade.

A maioria quer que o mundo se encaixe na teoria aprendida numa sala de aula, porém esquecem que fora da sala de aula é um lugar totalmente diferente.

Logo, o autor mostra o por que devemos ser céticos a teorias já estabelecidas e, a partir das nossas observações e experiencias empíricas, aprendermos como as coisas ao nosso redor funcionam.

Sendo mais simples: O autor pede que partamos da prática para a teoria e não o contrário. Que observemos o mundo ao nosso redor e SOMENTE DEPOIS procuramos alguma teoria.

A necessidade de justificativa

Outro ponto importante do livro, é sua demonstração a respeito de algumas falhas inerente a nós, humanos.

A necessidade de contarmos histórias para justificar os eventos passados, tornando assim o que não tem explicação, em algo simples. Como exemplo, uma movimentação forte na bolsa, logo ganha uma explicação, quase vinda do além, em algum site ou gerada por nós mesmos.

O autor também nos mostra que nós cometemos o erro de achar que sabemos mais do que outras pessoas. Nos julgamos melhores e superestimamos o que sabemos. Com isso, cometemos erros de análise com bastante frequência.

O quanto você não sabe é tão importante quanto o que você sabe

Uma coisa que me impactou bastante no livro, juntamente com outros conceitos, foi o fato de medirmos o quanto sabemos algo através do quanto não conhecemos o resto das coisas. De certa forma, nunca saberemos muito e por isso devemos continuar a aprender.

Ele demonstra isso, utilizando uma biblioteca com muitos livros, onde o que mais importa é o conhecimento contido dentro dos livros não lidos. Pois neles podem haver mais perguntas…

Conclusão

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Esse foi o efeito que esse livro causou em mim!

Esse livro me mostrou que ninguém pode prever o que vai acontecer no futuro. Nem os “especialistas” conseguem. (se duvida, utilize a previsão dos analistas e meça quantas vezes eles erraram e compare com quantas vezes acertaram)

Me mostrou que olhar para o que já ocorreu, não vai ajudar em nada para o que vai acontecer.

Aprendi que não preciso ficar buscando justificativa para tudo o que ocorre ao meu redor, conectando coisas que muita das vezes nada tem a ver com o ocorrido.

Aprendi a focar no que esta ocorrendo de mudanças agora, a ficar atento aos eventos que podem mudar tudo, seja na minha operação, seja no meu dia, seja na minha vida…

Nota: Só para constar, o autor foi operador de Derivativos da Bolsa de Nova York, o que já conta como um motivo a mais para ler esse livro!

Posts baseados nesse livro

Falácia de Ida e volta

Problema de Narrativa

Links para comprar o livro:

A Lógica do Cisne Negro – Saraiva

A Lógica do Cisne Negro – Livraria Cultura

A Lógica do Cisne Negro – Amazon

Outros Posts sobre a Biblioteca do Trader:

Maestria

A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

O Andar do Bêbado

Trading in the Zone

Motivacional: O porque de eu ser F#$@!

Eu já estava pensando nesse post a um tempo, e queria tentar escrevê-lo sem o uso de palavrões, mas realmente não teve como.

Antes de mais nada, eu já aviso que EU SOU MUITO FODA e vou fazer você admitir isso quando terminar de ler o post. Duvida? Então lê até o final…

Depois não diga q eu não avisei…

O porque de eu ser FODA!

Eu sou FODA, porque eu me dedico 110% para alcançar meus objetivos!

Eu sou FODA porque eu opero utilizando a razão e disciplina!

Eu sou FODA, porque eu não deixo a ansiedade e o medo me atrapalharem!

Eu sou FODA, porque quanto mais eu me conheço, melhor eu fico!

Eu sou FODA, porque eu sempre aprendo com os meus erros (e o erro dos outros também)!

Eu sou FODA porque a cada queda que tenho eu me levanto mais forte!

Eu sou FODA, porque eu sigo fielmente a minha estratégia, respeitando meus limites e alvos!

Eu sou FODA, porque a minha leitura do mercado melhora a cada dia!

Eu sou FODA, porque eu me torno 1% melhor a cada pregão

Eu sou FODA, porque eu aprendo algo novo a cada operação, seja sobre o mercado, seja sobre mim mesmo!

Eu sou FODA, porque eu levo o mercado a sério, como uma profissão!

Eu sou FODA, porque eu assumo as responsabilidades de todas as operações!

Eu sou FODA, porque tudo o que eu QUERO, eu POSSO fazer e MEREÇO colher os frutos das minhas ações!

Eu sou FODA, porque eu tenho a fé inabalável e sei que vou conseguir vencer!

Eu sou FODA, porque eu sou a porra de um Trader FODA!

Achou um post babaca e bem egocêntrico da minha parte? Pois bem, releia o post, em voz alta (de preferencia de frente a um espelho) e ouça a sua própria voz, repetindo todas essas frases.

Preste bastante atenção no som das palavras que você repetiu. Agora, mesmo que internamente,com aquele sorrisinho de canto, você sabe por que EU sou foda…

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Curtiu esse? Dá uma olhada em outros posts motivacionais:

Saia da P@#$ da zona de conforto

As duas águias do Rei

Meça sua evolução

Uma carta vinda de um futuro próximo

Ser Trader: Ciclos de Mudanças

 

Quem acompanha o blog desde os primórdios, já leu um post chamado APERFEIÇOAMENTO DE UM TRADER, onde eu escrevi sobre algumas coisas que acontecem, interna e externamente, quando nós queremos nos tornar traders de verdade. Chamo isso de Ciclos de Mudanças.

Então, no post de hoje, eu vou falar um pouco mais sobre isso, com base na minha experiência pessoal de mudança, que tem ocorrido nesses últimos meses.

Antes de melhorar, tudo piora…

No post sobre Ajuda aos Traders que escrevi, contei um pouco da minha experiência com o processo de coach que tive, processo esse que me ajudou muito nessas mudanças todas.

Eu estava no pior momento possível: Vinha de meses consecutivos de perdas, e naquele mês específico, não tinha fechado um dia positivo. Minha mente já estava nas últimas, implorando para que eu desistisse do mercado.

Pessoas ao meu redor, as quais eu esperava algum apoio, nem se quer ligavam para isso. Só então eu percebi que estava sozinho nessa.

Sempre fui um cara orgulhoso (e as vezes arrogante), sempre negando ajuda e batendo no peito dizendo que conseguiria sozinho. Porém, quando cheguei nesse nível, percebendo que não tinha como eu sair sozinho, meu orgulho caiu e eu pedi ajuda (e de longe, foi a melhor decisão da minha vida!)

O resto, eu já expliquei no post… Então vou continuar, dando uma completada nele a partir de agora…

Desperte!

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Logo no começo desse processo de mudança, eu descobri o que estava me fazendo cometer todos os erros nesse tempo todo. Foi como se tivessem tirado uma venda dos meus olhos, e com isso eu consegui enxergar com muito mais clareza.

Comecei a prestar atenção mais em mim e em meus pensamentos, e algo engraçado aconteceu: Eu conseguia enxergar todas as outras coisas que me causavam problemas, tanto no mercado quanto na vida pessoal. Trouxe esses problemas, que antes ficavam num canto escuro, para a luz onde pude corrigi-los e aprender com eles.

Nessa primeira fase de aprendizado, eu comecei a mudar minha visão sobre mim mesmo. Uma visão na qual, eu mesmo me julgava como não merecedor das coisas, de que não iria dar certo.

Quando damos nomes aos nossos demônios internos, fica muito mais fácil lidar com eles. E foi exatamente isso que eu fiz. Identifiquei cada um deles e aprendi a lidar com todos. E esse foi o primeiro ciclo (menor) de mudança.

“Um problema do passado não resolvido, sempre voltar para morder a sua bunda”

Essa era uma frase que um amigo meu sempre me dizia, e que no fim das contas, é a mais pura verdade.

Lidando com todos os meus problemas internos, mudando minha visão sobre mim mesmo, eu comecei a perceber outras coisas ao meu redor.

Coisas relacionadas ao mercado e a como eu reagia a ele. Sinceramente, nunca fui muito de passar horas e horas estudando loucamente. Na verdade até hoje eu não sou.

Mas por essa “falta de vontade” eu deixei de aprender muita coisa. E isso era um problema antigo. Procrastinar estudos por outros motivos era muito fácil. Ainda é, muito fácil.

Até o momento em que percebi que pela falta de dedicação e estudo (além de um esforçosinho) eu estava fazendo besteira no mercado, vendo o que não existia e complicando demais meu operacional.

E olha que eu me aprofundei muito nele, de verdade! E então, descobri que minha mente era capaz de me sabotar se eu não prestasse a devida atenção.

Aprendi que se eu deixasse, minha mente (ainda não tão treinada) poderia me “destruir” no mercado, não me deixando identificar as oportunidades reais e me fazendo entrar nos lugares errados.

Quando trouxe isso a luz da consciência, automaticamente meu lado racional identificou os motivos pelos quais eu me sabotava e eu fiquei muito mais esperto! Quando minha mente inconsciente tentava, eu já estava vacinado. Esse foi meu segundo ciclo (menor) de mudança.

Aprendendo a ter foco…

Já sabendo o que procurar dentro da minha cabeça e com a AUTOSSABOTAGEM sob controle, meu operacional deu uma melhorada nível hard! Isso num pequeno espaço de tempo!

Parecia bruxaria, mas quanto mais eu focava em mim, mais meu operacional melhorava, minha leitura de mercado melhorava e eu me tornava um trader melhor.

Me aprofundei mais em mim mesmo, descobrindo meus pontos fortes e como eles me ajudam no mercado (e na vida). E vou dizer para vocês, é como ganhar superpoderes!

Tudo, absolutamente tudo, fez sentido. Até coisas de antes do mercado fizeram sentido pra mim.

Quando isso ocorreu, eu descobri o motivo pelo qual eu faço algumas coisas, o por que de outras me irritarem profundamente… Eu conseguia ver além do óbvio.

De certa forma, eu comecei a ficar mais na minha, mais introspectivo. comecei a me afastar um pouco dos grupos que participava, pois eu acabava cobrando dos outros as mesmas coisas que eu cobrava de mim mesmo.

O principal para mim, foi parar de me comparar com outras pessoas, entendendo que cada um tem seu tempo de amadurecimento. Eu não posso forçar isso, nem em mim nem em ninguém.

Sendo assim, comecei a perceber quem realmente estava me ajudando e quem estava se tornando um “peso”, drenando energia… E fui me afastando mais.

Comecei a me dar mais valor e fazer as coisas que eu gosto, sem se importar com os outros. Com isso, comecei a sair da minha zona de conforto, e esse foi meu terceiro ciclo (menor) de mudança.

E agora, o céu é o limite!

E agora, nesse exato momento em que eu escrevo (e posto) esse texto eu acabei de fechar mais um ciclo de mudança. Sendo esse o quarto ciclo menor, que junto com os outros, formam um grande ciclo de mudança na minha vida.

Apesar de tudo isso que eu contei antes, eu não me “sentia” como um Trader. Para mim, eu achava que só seria um trader de verdade quando eu fizesse MUITO dinheiro em uma ordem, quando eu operasse muitos contratos ou muitas ações…

Porém, com todas essas pequenas mudanças, eu percebi as coisas ao meu redor de forma diferentes. Comecei a fechar meses positivos, tirei dinheiro do mercado para poder pagar as contas e para me divertir.

Eu realmente vi que eu sou um trader, e que eu sou F#$@!

Vi que não tenho limites, descobri que eu posso fazer o que eu quiser, que eu posso ir além!

Agora, eu estou aprendendo a voar e que ninguém pode me impedir disso!

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Eu já estava com esse post na cabeça há algum tempo, e não encontrei uma outra maneira de escrevê-lo sem que eu me usasse como exemplo.

Ainda não sou um cara grande no mercado, com uma história de superação incrível e tal, mas espero que tudo o que eu escrevi, possa servir de forma positiva a você.

Pode parecer clichê, mas: Acredite, de verdade, em você!

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A pressa é inimiga da Consistência

Outras fontes de aprendizado

Vamos falar de Gerenciamento…

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Um breve guia para iniciantes

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Ser Trader: A pressa é inimiga da consistência

Sempre me inspiro para escrever aqui em coisas que acontecem (ou aconteceram) comigo e em situações que eu vejo que ocorrem com outras pessoas. Essa semana, eu vi uma dessas situações que me fez refletir e concluir que “A pressa é inimiga da consistência”.

Lucros?! Quero para ontem…

Desde crianças, criamos um vínculo muito forte com relação a dinheiro. Associamos causas e efeito ao possuir ou não ele. De certa forma, essa relação pode moldar nossa personalidade e mentalidade no futuro.

Quando crianças, ter dinheiro significa poder comprar mais doces, ter mais brinquedos, e na falta dele, ficar só na vontade e dependente da boa vontade dos outros.

Então, quando você cresce e começa a ter uma fonte recorrente de dinheiro, você começa a ver o mundo sob óticas diferentes. Se você teve uma infância “sem escassez“, terá uma visão talvez, um pouco mais desapegada. Já se houver “escassez“, talvez se apegará mais a ele. (aqui entram CRENÇAS LIMITANTES)

E então, entramos no mercado com esse apego ao dinheiro, que nos influencia na tomada de decisão, pois começamos a ATRIBUIR CARGA EMOCIONAL as nossas operações e sentimos medo de perder o dinheiro.

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É LOSS DE NOVO!

Aquele sentimento de recuperar…

Devido a essa carga emocional, esse apego ao dinheiro, gera em nós aquele sentimento de querer recuperar o que perdeu. Muita das vezes agimos por ímpeto e sem pensar, deixando o medo se transformar em raiva, afetando nosso sistema de tomada de decisão.

Nessa hora, entramos no modo “Fábio A. Trader” (peguem a referencia!) e metemos o louco, fazendo merda atrás de merda no mercado, na tentativa de “recuperar” o dinheiro. (Um nome chique pra isso é AUTOSSABOTAGEM)

Trabalhando todos esses anos nessa industria vital eu aprendi algo valioso: Não existe recuperar no mercado. O que existe é dinheiro novo.

“Mas eu pago as contas com o que?!”

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E agora.. meu financeiro…

Eu sempre falo com as pessoas que, ao entrar na bolsa, pare de pensar em termos financeiros. Literalmente esquecer que o dinheiro existe. A maioria tem essa dificuldade de dissociar as coisas, afinal estão na bolsa para ganhar dinheiro.

Quando eu falo para esquecer o dinheiro, perguntam logo “mas com o que eu vou pagar as minhas contas?!”. Pois bem, se você trabalha em uma empresa, por exemplo, não vai ficar todo santo dia olhando as coisas que você faz, computando suas horas de trabalho para saber o salário do final do mês, certo?!

Você não fica pensando em: “Hoje trabalhei mais 10 horas, então ganhei hoje X reais…”. Quando se pensa em dinheiro, se pensa no resultado final do mês. E advinha quem vai mais longe em termos de trabalho? Justamente os que não pensam no salário e focam no trabalho executado.

Geralmente, quem foca no trabalho que esta executando aprende e evolui mais do que o colega que está pensando no dinheiro. O primeiro consegue ver oportunidades de aprendizado, mesmo com uma remuneração mais baixa, do que o outro.

E quando esse primeiro é promovido, ou ele deu “sorte”, ou puxou o saco do chefe…

Entendam: Não digo que o dinheiro não é importante. De fato é. Mas você não deve pensar nele durante suas operações e nem fora delas. Foque nas suas operações e seus respectivos resultados.

A pergunta de 1 milhão:

Me responda com sinceridade: O que te faz ganhar dinheiro no mercado?

Quando não nos dissociamos desse “apego” ao dinheiro, o tratamos como algo que se eu perder não voltará mais. Isso é natural do ser humano, achando que uma situação é eterna (até que ela mude…)

E quando entramos na espiral da morte, nosso cérebro entra em modo de sobrevivência e tomamos decisões por emoção.

O que muita das vezes significa aumentar a mão pra recuperar o prejuízo, ver operações onde não existe, fazer mé(r)dio, se desesperar para que, no final de tudo, se quebre a conta (ou tenha um prejuízo monstro).

Quando não temos autocontrole, a ansiedade e o medo de perder tomam conta, e fazemos operações onde não devemos. O sentimento de derrota é maior ainda ,quando sabemos onde temos que fazer a operação e fazemos errado, antecipando a entrada e tomando Loss…

Logo, a resposta para a pergunta é simples: Acertar a operação e ter disciplina.

Você não ganha dinheiro com uma quantidade de contratos por si só. Independente dela, você ainda precisa acertar a operação.Seja com 1 contrato, ou 10000.

Se você não tem disciplina para manter um numero pequeno de contratos, por que você vai aumentar sua mão?

Nesse quesito sou bem radical: Ou desenvolve sua disciplina e autocontrole, ou cai fora do mercado, por que não é pra você…

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To perdendo direto e não sei o que eu faço…

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Ser Trader: Outras fontes de aprendizado

Não sei vocês, mas de vez em quando, eu me pego aprendendo coisas de lugares onde eu não esperava, e fico surpreso! Então, no post de hoje vou falar de outras fontes de aprendizado e o que eu aprendi com elas.

Trader 24h por dia

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Como ja deixei claro no post SOBRE MINHA VISÃO SOBRE O TRADER, nossa profissão requer que sejamos traders o tempo todo.

Logo, temos que estar atentos a todas as oportunidades que temos para poder aprender algo que nos seja útil, mesmo nas horas de descanso.

Uma coisa que eu sempre pratiquei, por ter pouco tempo para lazer, foi de aplicar o conceito de otimização de tempo. Então, sempre que eu tinha um tempinho disponível, buscava preencher com algo que me divertisse e me ensinasse algo ao mesmo tempo.

Com essas prática, acabei desenvolvendo essa seleção por conteúdos interessantes e que de certa forma me ajudem no mercado.

Sim, você pode aprender sobre o mercado assistindo ao Masterchef!

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Eu não sou muito de assistir TV, porém esse é um programa que sempre paro para assistir. E não são pelas receitas.

A primeira coisa que me chamou a atenção, foi que todos os participantes, possuem técnicas e habilidades diferentes uns dos outros, e estão ali competindo para saber quem é o melhor da temporada.

E por mais que possuam técnicas e habilidades, os competidores trabalham sob pressão dos jurados e a pressão psicológica de não ser eliminado.

Quando você começa a acompanhar, é possível perceber as alterações na mente deles que fazem com que errem sua estratégia e acabem fazendo com que o resultado final, não seja o esperado.

Por melhores que sejam, o que define quem continua é o psicológico. Ele define quem vai mais longe, acima da técnica e da habilidade.

Nem parece com os traders no mercado, não é?!

Sim, você aprende sobre o mercado assistindo Netflix!

Não, não estou falando de Billions!

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Estou falando de La Casa de Papel! Uma aula, em série, sobre como o psicológico e as reações emocionais ferram com os melhores dos planos.

Para quem assistiu, ja deve ter entendido o que eu estou falando.

Essa série mostra que por mais que você possua um plano perfeito, totalmente pensado e calculado, na hora da execução, se não houver um controle do emocional e um bom gerenciamento, seu plano vai pro saco…

Por mais que você possua um plano B, C ou D. Se não tiver paciência e disciplina, de nada adianta o planejamento.

Nem parece com os Traders no mercado, não é?

Outras fontes de aprendizado.

Dei somente dois exemplos, mais atuais, sobre outros lugares que é possível extrair aprendizado. Assim, você não fica “preso” a formas convencionais como cursos, palestras e livros técnicos.

O mais importante é saber como olhar as coisas ao seu redor. Você pode extrair conhecimentos de livros que nada tem a ver com mercado, séries, filmes e até jogos de video game!

O modo como você vê é que vai definir isso. Pode parecer besteira, ou achar que são assuntos que não conversam, porém, se olhar bem de perto, vai ver que pode aprender coisas uteis de lugares que nem imagina (e que são anos-luz de distância do mercado).

Se esse post deu um estalo na sua cabeça do tipo: “Nunca tinha percebido isso antes”, meu objetivo foi concluído!

Nota: Para quem ainda não assistiu, procurem na Netflix um filme chamado Wiplash. Aplicando uma visão de mercado, vão ver uma jornada de um trader, do inicio ao fim…

Agora diz aí, você já aprendeu algo que levou para o mercado de algum filme, serie, jogo, livros de ficcção…?!

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Ser Trader: Vamos falar de Gerenciamento…

O post de hoje foi inspirado em uma conversa que eu tive com meu amigo e leitor do blog João Paulo. Então, no post de hoje vamos falar sobre gerenciamento…

Um assunto un tanto quanto polêmico… Mais polêmico do que mamilos! Já estava devendo um post desse a muito tempo!

Antes de mais nada, bora planejar?!

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Antes de mais nada, antes de abrir a plataforma para operar, é NECESSÁRIO (e pode pôr mais enfase aqui) ter um planejamento para se operar.

Existem várias formas de se fazer isso e você encontra isso aos montes na internet. Minha intenção aqui, não é mostrar “a melhor forma de fazer isso“, até por que é uma coisa muito pessoal.

Existe uma estrutura mínima para que se faça um bom planejamento, e nada te impede de melhorá-lo no futuro. De forma simples responda as seguintes perguntas:

  • Quanto do meu capital total estou disposto a arriscar?
  • Quanto de perda (financeira) máxima eu consigo aguentar por dia?
  • Quantas operações estou disposto a fazer no dia?
  • Qual a minha meta?
  • Qual ativo eu vou Operar?
  • Quantos contratos/lotes de ação eu vou operar?

Respondendo essas perguntas, você já vai ver que terá um planejamento a seguir durante as operações.

Mas, pra que eu preciso disso? Então, você vai descobrir ao longo do post.

Planejamento é diferente de gerenciamento.

Uma frase muito comum no mercado é “Plan the trade. Trade the plan” (Planeje o trade. Trade o plano). Porém, um erro muito comum é não seguir o planejamento.

Seria por falta de disciplina? Também. Mas o principal é a falta de noção entre planejamento e gerenciamento.

Planejar uma operação no mercado, é fácil. É a parte mais fácil de todas na verdade. Fácil por que não precisa estar de cara para um gráfico para fazer isso.

Gerenciar o plano, aí é onde o bicho pega. Por que ali, na hora do mercado, milhões de coisas estão acontecendo: sua tela está piscando, dinheiro se movimentando, emoções surgindo, telefone tocando, cachorro latindo, gol da Alemanha…

Gerenciar requer mais frieza do que planejar. E é aí que muitos falham.

Muitos não conseguem gerenciar as próprias emoções e por conta disso, fogem completamente do que planejaram de forma racional… E o resultado, já sabem…

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Para entender melhor…

Vocês lembra dos dois posts sobre METAS que eu fiz aqui no blog a um tempo atrás? Então, no segundo post, eu mostrei uma tabela com possibilidades e probabilidades de cenários.

Em um outro post sobre APRENDENDO A USAR O STOP, eu mostrei algumas coisas que ocorrem na nossa mente ao levar o stop.

Então a partir de agora, eu vou “demonstrar” um pouco do que pode acontecer com a cabeça de um trader, utilizando os dois conceitos mostrados nesses posts anteriores.

Analisando os cenários possíveis

Para ficar mais claro, utilizaremos um exemplo, imaginando aqui um planejamento simples, baseado nas perguntas lá do início do post.

Nosso gerenciamento vai ser o seguinte:

  • Nosso capital inicial vai ser de 10% do total
  • O limite máximo de perda vai ser 60 reais por dia
  • Farei 3 operações por dia no máximo
  • Meta de 100 reais por dia
  • Ativo escolhido foi o WIN
  • Quantidade de contratos 1
Mapeando os cenários:

Então vamos utilizar matemática básica aqui:

Vou operar 1 contrato do Mini índice, ou seja cada ponto equivale a R$ 0,20

Meu limite máximo de perda vai ser de 300 pts (60/0,2)

Farei 3 operações por dia (Stop de 100 pts: 300 pts/3 operações)

Meta de 500 pts (100/ 0,2)

Logo, meus cenários possíveis serão:

Operação 1 Operação 2 Operação 3
PERDA PERDA PERDA
PERDA PERDA GANHO
PERDA GANHO PERDA
PERDA GANHO GANHO
GANHO PERDA PERDA
GANHO PERDA GANHO
GANHO GANHO PERDA
GANHO GANHO GANHO

Existem outros fatores que irão impactar esses resultados, mas para não complicar (mais ainda), vou tratar como probabilidades simples.

99% de razão, mas aquele 1%…

Tudo o que escrevi acima, é uma forma totalmente racional de analisar as possibilidades e probabilidades dos cenários possíveis para o seu dia a dia no mercado, utilizando o gerenciamento que dei de exemplo.

MAS sempre falta uma coisa, que muitos não consideram (na verdade, ignoram) é o gerenciamento emocional. Já abordei ele em outro post sobre FUNCIONAMENTO DA NOSSA MENTE, então não vou entrar muito em detalhes.

Então, mesmo sabendo das possibilidades de cenários, você começa o dia e toma um loss. Sua cabeça já pira logo cedo, por que você começa o dia perdendo dinheiro.

Mas esquece que está dentro do seu cenário de possibilidades, e a partir daí começa a fazer besteira no mercado. Entra onde não deve, faz trade que não existe… Deixa de gerenciar o plano que você traçou friamente!

O mesmo vale para o cenário em que você começa ganhando. Pode ocorrer de você ficar com excesso de confiança e fazer besteira  depois.

O que de fato vai influenciar aquelas possibilidades listadas, dentro do seu planejamento, será sua capacidade de gerenciar o seu emocional, para que ele não afete sua tomada de decisão e sua capacidade de gerenciar seu risco e seu financeiro.

Fazendo seu planejamento de forma correta, identificando as possibilidades e gerenciando seus riscos, financeiro e principalmente suas emoções, você consegue encontrar as melhores oportunidades no mercado, independente da técnica.

Aplicando corretamente, consegue diminuir seus valores de perda máxima, aumentar suas metas e sua quantidade de dinheiro aplicado ao risco.

Mas tudo isso só é possível, se você se empenhar e ter a disciplina de seguir o planejamento através do seu gerenciamento.

E não adianta tentar quebrar, burlar e mentir. Você não tem chefe pra culpar. Ninguém impõe isso a você. Se você for negligente, estará sendo negligente a você mesmo.

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