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Ser Trader: A Fé Inabalável do Trader

A pouco tempo (algumas semanas, eu acho) eu ouvi esse termo e achei interessante, pois nunca havia ouvido ele antes na vida. Isso me despertou uma curiosidade a respeito dessa tal Fé Inabalável do Trader e então quis aprender um pouco mais. Vamos ver o que eu descobri…

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Em primeiro lugar,  uma breve definição de Fé

É uma palavra que significa “confiança”, “crença”, “credibilidade”. A fé é um sentimento de total crença em algo ou alguém, ainda que não haja nenhum tipo de evidência concreta que valide a sua crença.

Ter fé em algo, implica uma atitude contrária à dúvida e está intimamente ligada à confiança. Seja a confiança em você mesmo (o que vamos abordar aqui), seja confiança em algo externo.

De modo geral, é ter certeza de que uma situação desfavorável se torne favorável, mesmo que não havendo indicadores suficientes que te forneçam uma base confiável de dados.

Desenvolvendo a sua crença

Nada disso vem do nada. É algo que deve ser praticado e exercitado com frequência.

Para que se crie essa “carapaça de proteção” é necessário que você tenha algumas certezas na vida (de trader):

1 – O caminho que você está percorrendo é DE FATO o que você quer?

2 – O que você tem utilizado como operacional, é o MAIS CORRETO para você.

3- Você tem utilizado todas as ferramentas disponíveis para evoluir.

4- Você tem se esforçado, corrigindo os erros cometidos e praticado sua técnica constantemente.

Se a resposta a essas 4 principais perguntas forem respondidas com um enorme SIM, sem duvidar da resposta, já demonstra que você está no caminho certo.

Mas o resultado não vem…

Pode parecer um pouco “místico” o que vou dizer mas: As vezes os resultados não chegam a nós por que não estamos prontos para eles.

Por mais que estejamos decididos e motivados a fazer as coisas, os resultados que nós esperamos as vezes demoram a chegar.

É nessas horas que você começa a duvidar de você mesmo. É comum ter pensamentos como: “Mas eu me esforço tanto…”, “Eu tenho estudado dia e noite…”, “por que eu não consigo?”. Essas dúvidas, nesses momentos, começam a minar sua crença em você mesmo

E é aí, que você tem que se decidir entre: Ter paciência ou desistir. Entenda que ter paciência, não é esperar de forma passiva. É saber que quando tudo estiver alinhado, o resultado vem, pelo caminho com menos resistência.

Quando você escolhe pela paciência, você desenvolve a resiliência dos vencedores, onde mesmo que o mundo esteja desmoronando na sua cabeça, você mantém fixo o olhar no objetivo.

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Quando tudo está alinhado…

E enfim, a Fé Inabalável!

Quando se está decidido, de forma pura e com toda a sua energia, nada ao seu redor é capaz de tirar você do seu caminho.

Entenda, não estou dizendo que será uma “fé cega” ou excesso de autoconfiança nas suas próprias capacidades, muito pelo contrário.

É saber que está no caminho certo, saber que precisa se ajustar e melhorar, ao invés de ignorar os erros e achar que a culpa é do mercado, se vitimizando.

Essa crença em você mesmo, te dará o poder de ir além, de fazer mais, de conseguir coisas que outras pessoas não conseguem, pelo simples fato de você não desistir.

“Falar é fácil, mas minha vida é difícil..”. A vida de ninguém é fácil, cada um tem suas limitações e seu próprio tempo de evolução. Mas isso não é desculpa para não andar para frente.

Não estou escrevendo esse post para te “motivar”. Estou escrevendo por que estou no mesmo barco que você. Você não está sozinho.

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Atribuindo carga emocional

Como sua mente te engana

Entender nossos hábitos

Uma pausa para a reflexão

Como se tornar um trader mais paciente

Biblioteca do Trader: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

 

Ser Trader: Atribuindo carga emocional

Como seres humanos, muita das vezes acabamos atribuindo carga amocional as coisas que fazemos, seja para dar um significado, seja para podermos ter algum “controle” sobre essas atividades, porém algumas vezes exageramos, o que  impacta nas nossas tomadas de decisão.

No post de hoje vamos entender melhor, como funciona essa carga emocional.

Post sugerido pelo amigo e leitor do blog Emílio  Moura! Espero que curtam!

Carga emocional = Pertencer a um grupo

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Indiretamente, associamos emoções às nossas atividades mais corriqueiras, como por exemplo torcer para um time de futebol.

Por mais que não joguemos no time, nos sentimos como “parte da família” quando ele ganha ou perde, nos sentindo bem ou mal, independente das nossas ações.

Sabemos que ficar gritando com a TV, dizendo para os jogadores passarem a bola ou chutar ao gol, não vai mudar o resultado do placar, mas involuntariamente fazemos isso.

Tudo isso, por que nosso cérebro associa nossas emoções à atividade, no caso o jogo de futebol, além de nos fazer sentir que pertencemos a um grupo (questões sociais inerentes a nós). Esse é o motivo pelo qual ficamos felizes e tiramos onda com os amigos quando nosso time ganha e ficamos chateados por que eles zoam de volta quando nosso time perde.

Carga emocional = Valor agregado

Quando nós atribuímos alguma carga emocional a uma atividade, normalmente nós daremos mais valor a ela do que outras pessoas “que não a entendem”.

Essa atividade em si, pode nos deixar mais felizes quando a estamos executando (um hobby, por exemplo) ou causar sentimentos de tristeza e cansaço mental (fazer um trabalho que não gosta, por exemplo).

É bem natural fazermos essas associações, pois nosso cérebro busca os sentimentos bons e tende a evitar os ruins. Com essas cargas emocionais, fica mais fácil para ele selecionar o que nos faz bem e o que não faz.

Exemplificando

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Em um experimento, os candidatos tinham algumas poucas canetas comuns em cima de uma mesa e eles, em um primeiro momento, tinham que dizer o quanto pagariam pela caneta.

Em um segundo momento, alguns dos candidatos tinham a mesma caneta, e tinham que vender elas para o outro candidato.

Notou-se que mesmo sendo a mesma caneta, o preço de venda era superior ao preço pelo qual o candidato estava disposto a pagar, pois a caneta era “dele” agora. Com isso, elevou o preço, devido ao sentimento de posse, que veio da carga emocional atrelada.

Tá, mas o que isso tem a ver com nós, Traders?!

Quando associamos carga emocional ao mercado, geralmente fazemos besteira. Muita besteira.

Associamos carga emocional, quando entramos nas operações (medo, insegurança), quando saímos das operações (felicidade, raiva) e quando pensamos nas operações passadas (frustração, arrependimento).

Assim como, não podemos deixar os sentimentos extremos como euforia e raiva, nos dominarem, pois com esses sentimentos, tomaremos as piores decisões possíveis no mercado. Se estiver eufórico, se sentirá invencível. Se sentir raiva, vai querer vingança.

E em ambos os casos, quando o mercado não “validar” sua carga emocional, o tombo, o sentimento de impotência, é muito pior. Você vai da euforia para a depressão em um par de candles.

E a parti daí, HESITAREMOS e deixaremos as oportunidades passarem.

Não se apegue as emoções.

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Entenda, não estou dizendo que não temos que sentir as coisas. Não somos robôs.

O que quero dizer é que não podemos deixar esses sentimentos nos dominarem, e nos deixar cegos as coisas a nossa volta, como num CIRCUITO FECHADO.

O importante é saber administrar eles. Se teve um ótimo dia no mercado, aproveite a sensação, mas saiba que amanhã, é um novo dia. Se teve um dia ruim, tire o aprendizado, e saiba que amanhã, é um novo dia.

O principal é saber que no dia seguinte, o mercado será diferente. Tratá-lo de forma profissional, é a melhor maneira, pois assim, a carga emocional diminui.

“Tive ganho ou tive perda, ótimo, mais um dia de trabalho” e pronto. Não tem que ficar pensando no que poderia ter sido, entende?

Não levem o mercado para o lado pessoal, jamais.

A melhor frase que eu já ouvi, sobre isso veio do seriado Billions:

Os bons Traders se sentem bem quando tem ganho. Os melhores não sentem nada” – Wendy Rhoades

Quando não estiver mais sentindo nada em relação ao mercado, você estará um passo mais próximo da sua evolução como Trader.

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Como sua mente te engana

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Em busca do Autoconhecimento

 

 

 

Ser Trader: Como sua mente te engana

Quem nunca foi enganado pela própria mente? Acha que seu cérebro não é capaz disso? Para entendermos como a sua mente te engana, vou abordar alguns tópicos para dar uma esclarecida em como isso ocorre.

E para provar que seu cérebro te engana, e muito, responda a seguinte pergunta:

Em uma loja de brinquedos, um conjunto composto de uma bola e um bastão custam R$1,10. Sabendo que o bastão custa R$ 1,00 a mais que a bola, quanto custa a bola sozinha?

Mas pera aí, como nossa mente pode nos enganar?

Como já explicitei nos posts FUNCIONAMENTO DA NOSSA MENTE, SÍNDROME DO CIRCUITO FECHADO, e no mais recente ENTENDER NOSSOS HÁBITOS, nosso cérebro cria alguns processos internos para poder “agilizar” nossas tomadas de decisões e reações.

Isso era muito necessário, quando nossa espécie vivia nas cavernas e precisávamos ter esses mecanismos para  ao menor sinal de perigo, ter reações rápidas, desenvolver a nossa memória para saber o que podíamos ou não comer, ou se algum animal era perigoso, e a nossa imaginação, para saber se a sombra formada na pedra era de algum animal perigoso ou não…

Enfim, nosso cérebro evoluiu utilizando esses mesmos mecanismos. Por mais que hoje sejamos “evoluídos”, e que não precisamos nos preocupar com as mesmas coisas do que nossos ancestrais, esss mecanismos do nosso cérebro não evoluíram na mesma velocidade. Ou seja, ainda reagimos aos nossos instintos,  como “animais” de vez em quando.

Uma maneira bem simples de perceber como esses processos internos nos traem, é assistir a um truque de mágica. O mágico não possui poder paranormal nenhum, fazendo com que sua mente olhe e se foque em coisas que ele queira, enquanto ele faz o truque em segundo plano.

E por mais que você saiba que aquilo não é “possível”, você se admira com o truque feito, além de ficar se perguntando “como foi que isso aconteceu?”.

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Como ele faz isso?!

Preso dentro de um viés cognitivo!

Uma armadilha muito comum, que nossa mente cria para nos enganar, é o Viés Cognitivo. Para nossa mente, algo torna-se uma “verdade absoluta”, com a qual você , mesmo que por alguns instantes, não consegue questionar.

Mesmo que os fatos, e provas, apontem para outro lado, sua mente não desgruda daquele pensamento, e jura que está certo até o final.

Quem nunca fez uma operação por estar 500% certo do que estava fazendo, mesmo quando todos os sinais que o mercado está dando, estão dizendo o contrário?

Os vieses mais comuns que vejo no mercado são os de Efeito de Ancoragem, Efeito de Ambiguidade, Viés de Confirmação e Viés de Autoridade (Existem vários, mas vou focar nesses hoje).

Os Principais vieses cognitivos do mercado

O Efeito de Ancoragem é um viés que ocorre quando nós ficamos presos, de uma forma intensa, a somente uma parte da informação que estamos vendo, enquanto temos que tomar uma decisão. Já aconteceu com você de olhar para o  movimento do preço naquele instante, e já afirmar que ele está em algum tipo de tenência?

O Efeito de Ambiguidade é o viés que ocorre quando a falta de informação impacta na sua tomada de decisão, preferindo ficar com o seguro (mesmo que o que ocorra seja prejudicial a você) do que com o incerto (mesmo que o que ocorra seja favorável a você). É o fato de você evitar correr algum tipo de “risco”, por não ter “certeza” de que vai dar certo ou não.

O Viés de Confirmação é uma tendência das pessoas preferirem informações que confirmem suas crenças ou hipóteses, independentemente de serem ou não verdadeiras. Ou seja, quando você está comprado, você começa a querer encontrar motivos para permanecer nessa posição, mesmo que o mercado esteja apontando para o lado oposto. (Um dos principais motivos de quebra de conta, olha aí!)

O Viés de Autoridade é uma tendência a acreditar, de forma “cega” ao que um especialista, responsável, pessoa de sucesso em alguma área, como verdade. Algo do tipo: Por que se o Trader A opera assim, eu vou operar igual a ele, por que ele ganha. ( Esse aí eu vejo muito!)

Hábitos e Vieses

Nosso amigo: Panda da Desilusão

Como expliquei no post anterior, hábitos são gerados pelas repetições de rotinas que, mesmo inconscientemente, nós criamos para organizar nosso dia.

E o que será que acontece quando repetimos muitas vezes esses vieses cognitivos? Se tornam hábitos! E depois que viram hábitos, dá um trabalho para tirar da cabeça. Se demorar muito, viram crenças limitantes, onde a parada fica mais hardcore.

Quando se perde a capacidade de questionar, seja os outros, seja você mesmo, inicia-se o processo de parada de evolução. Sua mente fica engessada demais em uma única forma, e o mundo vira uma caixa, onde você não consegue pensar de forma diferente, e “segue ordens” mesmo sem saber o por que.

Pode estar se perguntando: O que isso tem a ver com o mercado? Tudo! Se você não questionar suas operações, como você aprende com elas? Se você não olhar o mercado de um ponto de vista diferente, como vai imaginar cenários possíveis, e reações possíveis?

Como já deixei aqui no blog, OPERE COM A MENTE VAZIA.

Gostou do assunto sobre vieses cognitivos? Se quiser se aprofundar mais no assunto, recomendo a leitura do livro Rápido e Devagar – Duas formas de pensar, do autor Daniel Khaneman (ganhador do nobel de economia de 2002, sendo um psicólogo).

Pós Créditos

Ainda não descobriu a resposta da pergunta feita lá no início do post né? Então lá vai: A resposta é RS 0,05.

Pois o Bastão custa R$ 1 a mais que a bolinha e os dois somados, custam R$1,10, logo o bastão custa R$1,05.

Viu como sua mente te engana e você jura que está certo?!

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Entender nossos hábitos

Uma pausa para a reflexão

Como se tornar um trader mais paciente

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Em busca do Autoconhecimento

Esvaziando a mente

 

Ser Trader: Entender nossos hábitos

Se eu te perguntar o por que de você fazer o que faz, qual seria sua resposta? Se eu te perguntar por que você pensa do jeito que voê pensa, qual seria rua resposta? No post de hoje vamos entender nossos hábitos e como isso é importante.

Afinal, o que são hábitos?

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Como eu expliquei, de forma resumida no post sobre o FUNCIONAMENTO DA NOSSA MENTE, nosso cérebro cria um “processo interno”, unindo alguns pontos para poder tomar decisões e agir, com base no nosso banco de dados.

Nosso cérebro possui um recurso muito útil e interessante. Ele armazena os resultados de nossas ações no nosso inconsciente e vai criando um histórico delas para uso no futuro.

Esse recurso nos faz economizar energia e velocidade de processamento. Quanto mais usamos essa memória, mais forte ficam as ligações e mais rápido a informação chega, trazendo com ela uma ação (ou reação) especifica.

Dúvida? Então me responde quanto é 1 + 1? Obviamente você não pensou para responder, mesmo que internamente essa pergunta.

De forma geral, nossos hábitos, são essas respostas, quase involuntárias, vindas das repetições de ações (boas ou ruins). Quanto mais fazemos, mais forte fica.

Fazendo sem perceber…

Essas memórias ficam armazenadas no nosso cérebro de uma forma tão profunda, que em alguns casos de doenças, as pessoas não esquecem deles.

Mesmo de forma involuntária, criamos algumas rotinas, por menores que sejam, para nos guiar durante o dia. Seja o caminho que escolhemos para ir a padaria, seja uma decisão importante que temos que tomar no mercado financeiro.

Se não “atendermos” à necessidade, nossa mente nos alerta que está faltando alguma coisa, pois não cumprir com nosso hábito, nos incomoda (Dependendo do nível do incômodo, pode ser um caso de vício)

Os hábitos que desenvolvemos podem ser bons ou ruins, sendo definidos pelas consequências das ações. Por exemplo, as pessoas que têm o hábito de fumar, mas sabendo que o fumo é nocivo. (isso me parece autossabotagem, não acham?!)

Podemos mudar nossos hábitos?

Nossa capacidade de desenvolver hábitos e rotinas tem alguma relação com a nossa idade, consequentemente a nossa capacidade cerebral. Como diz o ditado: Não se pode ensinar truques novos a um cachorro velho.

Sendo assim, muitos dos hábitos que desenvolvemos quando jovens, vão ficando mais enraizados a medida que ficamos mais velhos, sendo assim, mais difíceis de mudar. Isso equivale para “idade” do hábito também, ou seja quanto mais novo, mais fácil de ser mudado (Isso explica por que é difícil você começar a frequentar a academia, ou largar os doces, ou parar de fazer trades em excesso…).

O processo de mudança dos nossos hábitos, é algo que é simples, porém não é fácil (nenhum pouco). Requer motivação e disciplina para que se troque as ações antigas, por ações novas.

Como mudar nossos hábitos?!

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O primeiro passo é entender o fluxo que nossa mente percorre para que façamos as coisas que fazemos. O fluxo é praticamente o mesmo que vimos no post sobre o FUNCIONAMENTO DA NOSSA MENTE, e para isso é preciso estar presente durante a execução das atividades

O segundo passo é, de forma consciente, alterar pequenas ações da sua rotina. Por exemplo, beber café demais, é prejudicial a saúde, porém, se a pessoa conseguir alternar entre uma xícara/copo de café e um de água, ameniza a situação.

O terceiro passo é ir aumentando a frequência da troca da rotina, de forma gradual e sistemática. Ainda usando o exemplo do café, se a pessoa bebe 5 xícaras/copos de café no dia, na primeira semana ela bebe 4 e 1 de água. Na segunda, 3 e 2 de água, e assim por diante.

o quarto passo é permanecer vigilante durante esse processo de mudança, pois a sua mente vai querer voltar para a zona de conforto sempre que possível. Quando você menos perceber, seu hábito ruim, mudou para algo melhor.

É sempre bom ter um plano a seguir, portanto, dá uma olhada nesse POST, para te ajudar a montar um e mudar seus hábitos no mercado.

Hábitos e Traders

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Você leu até aqui e talvez tenha se perguntado: O que isso tem a ver com nós Traders?

Na verdade, esses hábitos podem te atrapalhar ou te ajudar a evoluir no mercado. Certas coisas que você faz “sem pensar” durante as operações, com o mercado rolando e até coisas que você faz fora do mercado.

Além do mais, quanto mais enraizado forem os bons hábitos desenvolvidos pelo trader (Leitura, Backtests, estudos de mercado, aprofundamento da técnica utilizada) mais rápido se torna sua reação ao mercado, não dando tempo para o cérebro pensar demais e evitando a HESITAÇÃO.

Comece a repensar seus hábitos, dentro e fora do mercado, além de se tornar mais presente a eles e evitar as armadilhas que a sua mente cria.

Sempre existe algo que podemos melhorar…

Para quem ainda não leu, indico o livro O poder do Hábito, do Charles Dunhigg, onde ele aborda com profundidade esse tema. (Vou ficar devendo o resumo dele, pois não o tenho rs)

Curtiu o post? Deixa ai nos comentários quais hábitos você teve que mudar para se adaptar melhor no mercado?

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Ser Trader: Uma pausa para reflexão

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Então, aqui está você. Olhando fixamente para o abismo. É como dizem, se você olhar muito tempo para ele, ele te olha de volta… e te chama.

Enquanto você está parado, começa a lembrar do caminho que percorreu até ali, pensa onde foi que errou a direção para chegar naquele lugar, de frente ao abismo, e pronto para se jogar, deixando tudo pra trás.

Relembra de como iniciou o caminho com muita força de vontade e determinação. Lembra que queria aprender tudo, saber de tudo, ler todos os livros, estar perto das pessoas que obtiveram sucesso…

E pensa: Será que esse foi meu erro? Querer aprender mais sobre as coisas a minha volta e menos sobre mim mesmo?

Lembra também que o caminho não foi cheio de flores, e que sofreu um bocado para chegar ali. Sem precisar se olhar no espelho, consegue saber onde estão  todas as suas cicatrizes, cada uma com sua própria história.

E pensa: Será que esse foi meu erro? Me deixei levar por esses sentimentos ruins que vieram junto das dificuldades sem aprender nada com eles?

O pensamento vagueia e você lembra, que durante o caminho, você trabalhou duro para vencer as barreiras, tanto as impostas por você, quanto as impostas por outras pessoas.

Bate um sentimento de esperança, que logo some, pois você se questiona: Será que sou realmente capaz?

Ainda olhando para o abismo, uma voz interna, com um tom acusador, diz a você: Do que adiantou ter feito tudo isso? Olhe seus resultados! São pífios! Veja aquele, e aquele outro e mais aquele outro. Todos eles conseguiram, mas você não! Desista.

Nesse momento, você dá razão a essa voz, se julga um incompetente e dá um passo para mais perto do abismo.

Decidido a se jogar, uma voz interna, com um tom sereno, diz a você: Sério que você vai fazer isso? Já se deu conta de tantas coisas maravilhosas que você fez? Quantas pessoas você inspirou? Quanta gente que pode estar se espelhando em você nesse momento? O quanto você evoluiu e cresceu, como pessoa e como profissional? Vai ficar se comparando aos outros?

E continua: Desistir é mais fácil do que continuar tentando… porém não escrevem histórias sobre quem desistiu. 

Uma confusão se cria na sua mente, te deixa entre a cruz e a espada.

Em um súbito lampejo de racionalidade, você para. Começa a questionar todos esses pensamentos. Começa a se questionar.

Será que eu fiz REALMENTE tudo o que podia? Usei TODAS as ferramentas possíveis? APRENDI de verdade o que eu precisava para poder ir além? Exauri todos os meus RECURSOS (tempo, energia, foco) para alcançar meus objetivos? Será que eu EVOLUÍ o suficiente ou preciso aprender mais sobre mim mesmo para ir para um próximo nível? Tentei FAZER diferente e melhor? Fui, de fato, DISCIPLINADO?

Será que eu realmente quero isso para minha vida?!

Alguns segundos de silêncio… E você sorri…

Estava com essa “cena” presa na minha cabeça, então resolvi transformar em um post. Não é muito o meus estilo, mas talvez possa ajudar você a refletir e repensar as coisas ao seu redor. Espero que tenham gostado.

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Entendendo o Instinto

Ser Trader: Como se tornar um Trader mais paciente?

Vamos lá galera! O post de hoje foi uma sugestão de um leitor e amigo Filipe Schimidt, perguntando: Como se tornar um trader mais paciente? Pois bem, vou tentar dar uma dicas aqui!

Antes de mais nada, precisamos de uma base

Não adianta querermos fazer coisas grandes, sem conseguir fazer coisas pequenas não é mesmo? Portanto para desenvolvermos essa paciência para aguardar as entradas e alvos, precisamos começar por coisas menores.

Para começar com “coisas menores” precisamos saber como funciona nossa mente, para entendermos como é o processo de formação de tomadas de decisão.

Sabendo como os pensamentos são formados, nós começamos a nos tornar mais presentes e ativos na hora de executar nossas ações, podendo até questionar se aquela ação é valida ou não. Daí vem a pergunta: Como eu me torno mais presente?

Se tornando mais presente

Uma ferramenta poderosa para te ajudar nisso é a meditação! Quanto mais se pratica, mais foco você vai ter e vai se tornar mais presente nas suas atividades e pensamentos. 

Quando você desenvolve esse autocontrole, você começa a direcionar sua “energia mental” para a atividade que você esta fazendo.

Assim, você consegue perceber as distrações, internas e externas, que fazem você perder o foco, que dão início a uma ansiedade desenfreada, fazendo com que a tal da paciência, vá pro ralo.

paciente

Meditação é uma ferramenta muito poderosa!

Ser paciente é um resultado

Se tornar uma pessoa mais paciente é o resultado do somatório de atitudes que você toma. Basicamente é uma escolha.

Você tem o poder de escolher entre aguardar um melhor momento para agir ou não, só depende de você. Para que você decida, é importante ter clareza nos seus pensamentos, saber separar informações úteis das inúteis, saber o que você está fazendo (ter confiança no seu operacional), além de ter autoconfiança.

Você não consegue ser paciente o tempo todo, porém com a prática, você vai se tornando mais e mais ao longo do tempo. Quanto mais praticar estar presente no processo de formação das tomadas de decisões, estar focado e não se deixar levar por distrações, as suas ações ficarão bem mais claras.

Quando se elimina todas as dúvidas na hora de agir, você não hesita.

Com um pouco de calma e paciência, tudo fica mais claro!

Paciente

O Sniper aguarda, com paciência, o seu alvo, verifica as condições do vento, vê o caminho que bala vai percorrer, e só depois disso tudo, aperta o gatilho.

Ahh cara, mas eu não consigo esperar, quero boletar logo!

Pois bem, faça um acordo com você mesmo. Anote a operação que você deseja fazer, seja num pedaço de papel, no bloco de notas do PC, onde for.

Dê um passo para trás, analise todo o cenário e anote quais serão suas ações, imaginando os cenários possiveis. Depois de anotadas, você vai fazer o que está escrito. Sem mais, nem menos. Simples assim.

Se sentir aquela vontade de fazer alguma coisa “fora do planejado”, saia da frente do PC, vai tomar uma água, respira e volta. Assim, dá tempo pro seu cérebro se “distrair” daquela informação e você ganha um tempo para pensar com mais tranquilidade e tomar uma decisão melhor.

Curtiu o post? Deixa ai nos comentários se você é do tipo Sniper, ou tá mais pra Rambo?!

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Entendendo o Instinto

Funcionamento da nossa mente

Biblioteca do Trader: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

Mais um post para a Biblioteca do Trader! Hoje, trago o resumo do livro: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se, do autor Mark Manson.

Podem estar se perguntando: O que esse livro tem a ver com o mercado financeiro?! MUITA COISA! então vamos ao resumo!

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A sútil arte de ligar o F*da-se

Sendo bem direto, esse é um verdadeiro tapa na cara! O Autor não está preocupado com o que você vai pensar, simplesmente ele está lá para te dizer a verdade nua e crua sobre a vida.

No geral, livros de “autoajuda” buscam te dar a formula mágica para se ter uma vida feliz, alcançar o sucesso e a riqueza, de forma “simples”. O problema é que a vida não é esse arco-íris todo não. Nada é fácil.

Nem tente…

O primeiro cápitulo do livro chama-se Nem tente, onde o autor já te chama a atenção para essas “falácias” e que você não deve buscar essa vida perfeita. Ele usa como exemplo um autor chamado Charles Bukowski, hoje famoso por suas obras literárias, porém enquanto vivo, era um beberrão, que não tinha respeito por ninguém e vivia sua vida a sua maneira.

Esse cara não se “encaixava” em lugar nenhum e teve vários de seus livros rejeitados, além de ser facil encontrar ele bebâdo por aí.

Daí você se pergunta, como um cara desses alcançou o sucesso? Dois motivos: 1º – Ele não se importava com a opinião alheia e com isso, deu muita profundidade aos seus textos por abordar de forma peculiar seus personagens e 2º – teve um pouco de sorte

Afinal, o que é felicidade?

Esse livro mostra a você que é impossível ter uma vida sem problemas, como muita gente imagina. O fato é SEMPRE haverão problemas. Sejam eles maiores ou menores.

Ou seja, felicidade é você poder resolver os problemas que vierem surgindo na sua vida e torcer para que eles diminuam de tamanho. Você acha que gente rica não tem problemas? Tem sim senhor(a)… Problemas diferentes de gente que não tem tanta grana assim, obviamente…

Panda da Desilusão

Resultado de imagem para panda da desilusãoEsse é o melhor personagem de livro que eu poderia imaginar! Imagine um amigo que sempre fala a verdade sobre você, por pior que ela seja. Pode ser incoveniente as vezes, mas não deixa de ser verdade! Esse amigo é o Panda da Desilusão.

Ele serve para te alertar (e baixar sua bola) de vez em quando. Serve tabmém para te mostrar que você NÃO É ESPECIAL. Não tem essa de “eu sou o cara, eu sou único”… De longe, você não é!

O valor do sofrimento

No livro, o autor da certa importância ao sofrimento. Ele mostra como esse sentimento é poderoso, se usado de forma correta!

Muitos livros o negligenciam, porém somente passando pelo sofrimento é que você obtém resultados que outras pessoas não conseguem.

Um exemplo que é dado no livro é o da pessoa que quer ter o corpo definido e musculoso. Para isso ela deve frequentar a academia, sentir dor nos musculos para que eles fiquem mais fortes e com o tempo, a dor pare. E no final das contas, vem o resultado.

Ligando o F*da-se

Muita gente acha que fazer isso é facil, mas não é.

Somente é possivel fazer isso quando você já passou por muita coisa na vida, se conhece de verdade e ganha essa confiança em você mesmo. Quando para de se importar de verdade com a opinião alheia.

Essa sutil arte, não é só uma expressão falada, é um estilo de vida! E que poucos ousam sofrer por ela, mas todos querem!

Esse livro, particularmente, mudou muito minha maneira de ver as coisas. Me ajudou a ressignificar muita coisa na minha vida pessoal, o que afetou minha vida como trader também.

Esse livro tem tudo a ver com o que SER TRADER é. Aconselho MUITO que todos que estão no mercado financeiro leiam ele…

Links para comprar o livro:

A Sutil Arte de Ligar o F*da-se – Saraiva

A Sutil Arte de Ligar o F*da-se – Livraria Cultura

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Em busca do Autoconhecimento

Lidando com o Sofrimento

Sobre como lidar com os Erros

Um conselho para lidar com as perdas

Outros Posts sobre a Biblioteca do Trader:

O Andar do Bêbado

Trading in the Zone

 

 

 

 

 

Ser Trader: Em busca do Autoconhecimento

Para ser sincero, antes de me dedicar totalmente ao mercado financeiro, eu jurava que me conhecia por completo. Me achava “O Cara”, que no trabalho que eu tinha, ninguém era melhor do que euQuanta besteira e imaturidade da minha parte! O mercado,assim como algumas pessoas que eu encontrei nessa jornada em busca do autoconhecimento, me fizeram começar a me ver de uma nova perspectiva,

Erros de Principiante

Já abordei esse assunto sobre autoconhecimento em outros posts aqui do blog (como eu escrevi NESSE POST e NESSE AQUI TAMBÉM ) mas sempre de forma indireta. No post de hoje eu quero ser mais objetivo.

Quando começamos no mercado, assim como em qualquer projeto que nós escolhemos, chegamos com muitos sonhos, muitas aspirações e entusiasmo. Geralmente, ignoramos as coisas ruins que podem nos acontecer, quando estamos apaixonados pelo mercado. (Sim, no inicio, tudo são flores...)

Nesse inicio apaixonante, deixamos de lado coisas como disciplina, gerenciamento de risco, operacional, controle emocional, metas e objetivos (Principalmente quando estamos na Conta Demo e dizemos coisas do tipo: Isso eu não faria na real!).

Literalmente, ficamos cegos aos “perigos” do mercado, por mais que sejamos avisados, seja pelos mais experientes, ou pelas pessoas de fora.

Nesse estágio é muito comum cometermos erros, dos mais simples aos mais pesados, e mais comum ainda ignorarmos eles, não tirarmos as lições necessárias. Com isso, esse “erro de principiante” acaba se tornando erro frequente, até se tornar parte de você.

Se conheceres a ti mesmo…

Para quem já leu A arte da Guerra conhece o dizer (mesmo quem não leu, conhece esse dizer):

Autoconhecimento

E eu te pergunto, o quanto você se conhece em profundidade? Conheço poucas pessoas que conseguiriam me responder essa pergunta de forma verdadeira.

Essa é uma busca constante que somente quem está atento consegue ver o caminho. Não adianta você querer aprender tudo sobre o mercado, ler todos os livros e saber todas técnicas, se você não conhece a você mesmo em profundidade.

Nós não temos controle sobre tudo o que acontece conosco, nem do que poderá acontecer, porém a única coisa que podemos controlar são nossas reações a tudo a nossa volta.

Se não soubermos o que nos afeta, de forma positiva ou negativa, sempre reagiremos mal, tomaremos as piores decisões e realizaremos as piores ações possíveis…

Quer um exemplo? Você acabou de tomar um stop cheio e foi contemplado com uma grande violinada (o preço pegou seu stop e foi ao seu favor em seguida), o que você sente? Raiva? Ódio? Vontade de colar um soco na tela do PC? E o que você faz? Entra novamente na operação, totalmente guiado pela emoção e acha que agora vai… e não vai… toma outro stop cheio em seguida…

Em nenhum momento, parou-se para perguntar o por que de entrar de novo. Em nenhum momento você se perguntou por que sentiu raiva/ódio. Em nenhum momento parou para pensar como aquilo te afetou. Em nenhum momento, resolveu pisar no freio e desacelerar para ver as coisas de um cenário maior… Tudo isso, por que você não se conhece.

Quais são seus valores?!

Resultado de imagem para valores pessoais

Uma coisa que me ajudou muito a me enxergar melhor ( além de entender mais sobre minhas crenças limitantes e autossabotagem) foi eu descobrir quais são meus Valores Pessoais.

Esses valores podem mudar com o tempo, com o passar da idade e das prioridades na sua vida, porém eles nunca te abandonam.

Esses Valores Pessoais, te ajudam a entender o por que de você tomar certas atitudes, te ajudam a identificar o que te afeta de forma negativa e te mostram como você vê a vida de um modo geral.

Cada pessoa tem um conjunto de valores diferentes, e mesmo pessoas com valores iguais, possuem prioridades (uma hierarquização de valores) diferentes. Por exemplo, duas pessoas tem como valores Segurança e Liberdade, e a primeira tem prioridade por Liberdade, de forma geral ela vai se sentir mais a vontade fazendo as coisas que ela gosta, no seu tempo. Já a segunda, tem prioridade por segurança, então vai ter um comportamento mais comedido em relação a algum risco, mesmo que afete sua liberdade em algum momento.

Obviamente, não é uma regra, pois nós não somos padronizados. Não daria pra eu me aprofundar muito, por que as ramificações são gigantes!

OK, OK… Como essa bagaça me ajuda?!

Quando eu descobri quais eram meus valores e sua respectiva ordem, eu percebi que muita coisa que acontece na minha vida tem relação direta a eles.

Um dos meus valores é Disciplina, ou seja eu dou prioridade a certas coisas como rotina,organização, ordem… Ou seja, eu não vou abrir uma operação caso alguma coisa esteja “fora de lugar”. Ou eu entro no ponto que eu determinei ou não entro. Não invento moda, nem entro no meio do caminho…

Quando você se conhece nesse nível, você começa a identificar as coisas dentro de você que tiram sua concentração do mercado, que podem fazer você fazer “coisas sem pensar” assim como descobre seus verdadeiros pontos fortes e como eles se relacionam.

Você ganha superpoderes! Você desenvolve um porto seguro em você mesmo e com isso, consegue identificar o comportamento do mercado. Você se torna a referência de você mesmo!

Olhe no espelho, e ao invés de tirar uma selfie, pergunte-se: QUEM SOU EU DE VERDADE?

autoconhecimento

Autoconhecimento é seu novo supoer poder!

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Esvaziando a mente

Sindrome do Circuito fechado

Entendendo o Instinto

Funcionamento da nossa mente

Lidando com o sofrimento

Por que hesitamos?!

 

Ser Trader: Esvaziando a mente

Pergunta rápida: Você é do tipo de trader que fica horas olhando para o gráfico imaginando as possibilidades de movimentações do preço? Que depois do pregão, fica com o gráfico “preso” na sua mente? Passa o final de semana pensando no próximo pregão pensando onde o mercado vai abrir? Não consegue conversar com outras pessoas que não seja sobre mercado? É…acho que está na hora de você esvaziar a sua mente, meu amigo(a).

Aprenda tudo, esqueça tudo…

Esvazie sua mente

Não se prenda a pensamentos preconcebidos. Permaneça “sem forma definida”

Pode ser um pouco controverso, mas é de uma utilidade ímpar. De alguns grupos que eu participo, vejo muita gente, antes do mercado abrir, ficar analisando e postando coisas do tipo: “O preço formou uma figura X, com alvo em tal lugar, então vou comprar/vender no ponto Y e meu alvo vai ser no ponto Z…”

Daí, o mercado abre e o preço vai completamente ao contrário, e essa mesma pessoa fica sem saber o que fazer, por que na mente dela, o preço “deveria” andar na direção que ela “previu”. E eu pergunto: para que serviu essa análise altamente complexa afinal?

Antes de pensar que esse é um post para os preguiçosos, já aviso, não estou dizendo que não se deva estudar e analisar o gráfico. O que eu quero dizer é que o mercado é um livro em branco que se escreve durante o pregão.

Ou seja, se você entrar no mercado com ideias preconcebidas, você estará em grande desvantagem. Lembre-se sempre: O mercado é soberano e faz o que quiser.

Inventando desculpas para não dar resultados…

Esvazie sua mente

“Mas eu não fiz a operação por que mercúrio está retrogado ao meu signo…”

Partindo dessas ideias preconcebidas, muita gente inventa desculpas para não fazer operações.Não fazem a operação por que o Bovespa vai abrir, não fazem operações por que o Dow Jones vai abrir, por que ficou aguardando o alinhamento dos planetas ou o diabo que for, mesmo quando o operacional estava informando a entrada.

No post sobre DISTRAÇÕES DURANTE O TRADING e no post sobre PROCRASTINAÇÃO, eu falei sobre as pessoas que resolvem fazer muitas coisas durante as operações e perdem o foco, e com isso não fazem as operações, criando desculpas.

Entenda: quando você começa a inventar desculpas para tentar racionalizar o por que de você não ter feito sua operação, seu cérebro entende que está tudo certo, e te joga numa zona de conforto da qual vai ficando mais difícil de sair.

Também, não se deve ser inconsequente, a ponto de querer operar uma noticia importante, como um Payroll da vida, sem ter experiência. O que deve se fazer é filtrar as informações relevantes, por que senão, qualquer coisa se torna desculpa, e no final do dia, você não fez operação nenhuma, embora o mercado tenha te dado várias oportunidades…

Uma coisa leva a outra, que leva a outra…

O que eu quero passar com tudo o que escrevi acima? uma mensagem simples: Se você já analisou o gráfico, viu suas possibilidades e já analisou as noticias importantes do dia, “ESQUEÇA TUDO”.

esvazie sua mente

“Você é maluco?!”

Não! entenda uma coisa, se você estiver com um monte de informações na sua cabeça, elas vão começar a entrar em conflito, o que vai gerar dúvida, que vai gerar medo, que vai gerar a paralisia e você congela.

Se você já criou seu plano para o dia, execute-o sem pensar em outra coisa, o que exige foco!

Esvazie sua mente

Pode parecer estranho esse lance de “esquecer” as coisas, a princípio. Porém, quando você começa a operar “vazio” de informações inúteis, preconceitos e distrações, você consegue “ouvir” o mercado.

Meio louco o que eu estou escrevendo né? Que nada… Quando você começa a se livrar desses pesos, você entende melhor o mercado, a ver como ele esta se movimentando e a partir daí sua leitura dele vai para um próximo nível.

Não adianta passar a noite, o final de semana, pensando no próximo pregão. Isso só causará um stress maior e não trará nenhum resultado.

Utilize o próprio pregão para estudar, se dedique a isso com foco e determinação, pois assim, você vai estar um passo a frente de muita gente.

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Se durante a leitura do post, algum pensamento do tipo: “Esse cara esta falando besteira…”, se por um acaso causei algum tipo de incômodo, então esse post alcançou seu objetivo…

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Entendendo o Instinto

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Ser trader: Sindrome do Circuito fechado

Você já ouviu falar dessa tal de Sindrome do Circuito fechado? Bem, no post de hoje vou falar sobre ela, se bem que indiretamente, já a mencionei em posts anteriores, então, se você já acompanha o Blog, vai lembrar desses posts.

O que é essa tal de SIndrome do Circuito Fechado (SiFe)?

Imagem relacionada

Sempre pensando nas mesmas coisas, “andando em círculos..”

Como no post sobre o FUNCIONAMENTO DA NOSSA MENTE, eu trouxe um olhar mais técnico, afim de demonstrar de forma simples o processo de tomada de decisão, que ocorre em milésimos de segundos, eu falei sobre janelas de memórias, autofluxo e um gerenciamento de emoções (que chamamos de EU).

O circuito fechado, ocorre quando temos algum evento, geralmente muito traumático ou estressante, e nossa mente entra em loop, fazendo com que não consigamos enxergar a situação de forma ampla.

Ou seja, só vemos o problema a nossa frente e ficamos “estáticos” diante da situação, não conseguindo pensar em uma solução ou em outras alternativas.

Ela está associada a fobias, onde a pessoa perde completamente o controle racional, perde o poder de questionar a situação (deixar de ser racional, igual quando a barata voa!).

Âncoras de memória

As Âncôras de memória são as lembranças em que temos maior carga emocional atrelada, sejam essas emoções boas ou ruins.

Não podemos escolher o que nosso cérebro armazena, como fazemos com os HDs dos nossos computadores, logo não podemos apagar nossas lembranças de forma voluntária (até por que, se fizessemos isso, não conseguiriamos evoluir, não é?!)

Com isso, nosso cérebro cria essas ancôras, para termos uma “base” para nossas escolhas. É um sistema necessário para aprendermos as coisas ao nosso redor, porém, não podemos escolher como elas serão criadas.

Exemplificando

Para ilustrar a Sindrome do Circuito fechado, imagine a seguinte situação:

Um trader vem tendo meses levemente positivos, tem desenvolvido sua confiança, tanto no operacional quanto no psicológico. Resolve aumentar sua quantidade de contratos/lote de ações a ser operado no mês seguinte.

E nesse mês, ele tem o maior prejuízo da sua vida! Todo o dinheiro que ele ganhou nos últimos meses foi embora, como num passe de mágica.

Nesse momento, seu cérebro cria uma Âncora, atrelando o aumento de contratos/lotes de ações ao prejuízo. Sendo assim, quando ele resolver aumentar sua mão novamente, seu cérebro vai abrir uma janela de memória killer atrelada a essa ancôra negativa, e a partir daí, um loop começa.

Pensamentos do tipo: “vou ter prejuizo de novo”, “sempre que aumento a mão, eu fico nervoso, com medo”, “Eu acho que vou quebrar”, rondam a mente desse trader, fazendo com que ele hesite, forçando-o talvez até a desistir do mercado.

Quebrando o padrão

Imagem relacionada

Quando se quebra o padrão de pensamento, se vê além…

Como disse no início do post, a Sindrome do Circuito Fechado é caracterizada pela falta de questionamento por parte do gerenciamento emocional.

Quando se olha “de fora” e começa a questionar esses pensamentos, automaticamente seu lado racional começa a tomar o controle das coisas.

Com seu lado racional “forçando” a racionalização das respostas, você começa a percerber que muitos desses pensamentos são baseados em “nada”. Você começa a enxergar além e ir mais fundo, encontrando mais respostas.

Não é algo fácil de se fazer, mas não é impossivel. Para isso, é necessário ter um controle emocional forte e treinado, pois assim, você saberá quando estará preso em um loop de pensamentos, formando um circuito fechado, ancorado em uma memória ruim.

Nossa mente costuma padronizar as coisas, logo, para ela se ocorreu uma vez, ocorrerá sempre. E isso é uma falha grave. Portanto, tendo controle sobre seus pensamentos, você controla suas reações e evita muitos problemas internos e externos.

Novamente, o post de hoje foi um resumo de uma parte da tese do Augusto Cury. Para quem se interessar e quiser se aprofundar mais, recomendo a leitura do livro O Funcionamento da Mente.

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Aprendendo a usar o Stop